Íris coopera com redesenho dos fluxos de atendimento presencial da Procuradoria Geral da Fazenda Nacional

O redesenho de um serviço pode trazer uma série de melhorias para todos os usuários envolvidos na atividade. Tendo isso como base, o Íris | Laboratório de Inovação e Dados do Governo do Ceará realizou, em parceria com a Procuradoria Geral do Estado do Ceará (PGFN), a Oficina Redesign do Fluxo de Atendimento Presencial da PGFN, com a missão de mapear e redesenhar três fluxos de atendimento presencial do órgão. A atividade, que aconteceu nos dias 7 e 8 de junho, reuniu profissionais envolvidos com o atendimento ao público da PGFN.

Acontecendo como parte da programação do 1º Encontro Nacional do Atendimento da PGFN, a oficina iniciou com a apresentação do Íris e de aspectos importantes para inovar no setor público, com a coordenadora-geral do Laboratório, Jessika Moreira. “Cooperamos, inovamos e transformamos. Nós precisamos ser referência para o planeta de inovação. É o setor público quem deve propor a inovação e, no Íris, estamos diariamente trabalhando para disseminar e fortalecer isso”, enfatizou.

Ainda na abertura, a coordenadora do Programa Linguagem Simples Ceará, Isabel Ferreira Lima, reforçou a missão da oficina e falou sobre a condução do encontro. “A gente vai usar a abordagem do Design e, mais especificamente, do Design Participativo, e vamos preencher dois instrumentos de trabalho para mapear e redesenhar os fluxos”, explicou Isabel. Ela reforçou ainda: “estamos aqui para plantar uma semente, culturalmente falando, que possa ser levada para a PGFN”.

O Design Participativo é um processo que inclui as partes envolvidas e os usuários nos estágios iniciais do projeto. Esse envolvimento permite que o processo de design seja mais aberto, considerando a experiência do usuário. “A ideia da metodologia é trazer as partes envolvidas para juntas construírem a solução. A gente sabe que quando as pessoas que vivenciam os problemas conseguem participar da solução, as chances de essa solução ser mais adequada para o problema aumentam”, reforçou Georgia Cruz, pesquisadora em Experiência do Usuário do Íris, que dividiu a condução da oficina com o pesquisador Alysson Diniz.

Entre os aspectos trabalhados na oficina, estão: o mapeamento do fluxo do atendimento, com levantamento das etapas do processo de atendimento e das principais atividades e áreas envolvidas; e o redesenho do fluxo de atendimento, que abordou sistemas, prazos e indicadores do processo.

Conforme avaliação da procuradora da Fazenda Nacional, Joana Araújo: “a oficina superou a expectativa, uma vez que problemas de grande complexidade puderam ser debatidos e alinhados de forma coesa entre os diversos participantes do evento. O Íris nos ajudou a focar no cidadão para a tomada de decisões e trouxe conceitos muito relevantes para o nosso processo de trabalho. A gente sai da oficina com ideias maravilhosas para implementar, abertos para a inovação. Tenho certeza que essa sementinha plantada pelo Íris vai repercutir mais e mais”.

Sobre 1º Encontro Nacional do Atendimento da PGFN

O Íris também esteve no primeiro dia de Encontro, segunda-feira (6), com as palestras “Alfabetização em Dados e projetos Big Data Social e CZRM” e “Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD) e Governo Digital”. Os temas foram abordados, respectivamente, pelo cientista-chefe de Dados e da Transformação Digital do Governo do Ceará, José Macêdo, e pela gestora de Inovação Jurídica do Íris, Mariana Zonari.