Íris realiza cooperação com a Justiça Federal para melhorar a experiência do cidadão no serviço da fila de cirurgias eletivas no Ceará

“Diagnosticar o problema, envolver todos os participantes do processo e trabalhar com uma metodologia que evidencie as necessidades do cidadão para construirmos soluções efetivas”, é o que destaca o juiz federal Leonardo Resende na abertura da oficina (Re)design da fila de cirurgias eletivas, realizada na última terça-feira (12/4). A iniciativa é um dos produtos da cooperação entre a Justiça Federal do Ceará e o Íris | Laboratório de Inovação e Dados do Governo do Ceará.

O objetivo da oficina é evidenciar as necessidades do cidadão na jornada de cirurgias eletivas e co-criar ações de melhorias para entregar uma experiência mais positiva e efetiva para a população. A metodologia do design thinking foi utilizada, seguindo as etapas: entendimento, empatia, ponto de vista, ideação, prototipagem, teste e iteração.

A coordenadora-geral do Íris, Jessika Moreira, reforça o papel do Laboratório de disseminar uma cultura orientada à inovação no Estado para acelerar o processo de transformação digital centrado no ser humano. “Queremos impactar o cidadão e todo o ambiente público para entregar melhores serviços à população. Somos interdependentes. A construção coletiva, a cooperação é o único caminho”, destaca.

O cientista-chefe de Dados e Transformação Digital do Governo do Ceará, José Macêdo, reforça: “Essa iniciativa de desenvolver uma solução em conjunto mostra uma mudança da cultura e a solução vai nascer do entendimento coletivo do problema. Cada participante da oficina vai contribuir com as soluções ao olhar para o problema a partir de várias perspectivas”.


Estiveram na condução da oficina, os pesquisadores em Experiência do Usuário (UX), Georgia Cruz e Alysson Diniz. “Conforme os problemas vão evoluindo a gente precisa ter a percepção de que a solução deve ir acompanhando o mesmo movimento. O entendimento de todas as interfaces que envolvem o processo de gestão da fila de cirurgias eletivas precisa fazer sentido para atender o que o cidadão necessita”, explica Georgia.


Entre os participantes da oficina, estão os representantes dos seguintes órgãos: Procuradoria Geral do Ceará (PGE-CE), Ordem dos Advogados do Brasil — Secção Ceará (OAB-CE), Comitê Estadual de Saúde, Defensoria Pública da União (DPU), Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares (EBSERH), Conselho das Secretarias Municipais de Saúde do Ceará (COSEMS), Secretaria da Saúde do Ceará (Sesa), Secretaria Municipal de Saúde (SMS), Ministério Público Federal (MPF), Ministério Público do Estado do Ceará (MPCE) e Defensoria Pública Geral do Estado do Ceará (DPGE).